7ª EnerSolar + Brasil recebeu 12 mil visitantes em três dias de discussões e lançamentos na área de energia solar, fotovoltaica, eólica, biomassa e GTDC


As questões regulatórias permearam grande parte da programação da Ecoenergy e do Biomass Day.


São Paulo, 29 de maio de 2018 –  A 7ª EnerSolar + Brasil – Feira Internacional de Tecnologias para Energia Solar teve  grande destaque para questões regulatórias com dezenas de apresentações e lançamentos nas áreas de energia solar, fotovoltaica, eólica e biomassa, além de GTDC – Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização de Energia. A feira ocorreu de 22 a 24 de maio no São Paulo Expo e reuniu 12 mil visitantes, entre engenheiros, instaladores, integradores, distribuidores e diretores, recebendo feedbacks positivos de palestrantes e expositores.

O evento foi realizado em um cenário no qual a matriz energética solar brasileira ocupa o 5º lugar no mundo em capacidade instalada e o país está considerando aderir à Aliança Solar Internacional. “A mobilização da sociedade em torno da NBR 16690 para instalações elétricas em sistemas fotovoltaicos, é um exemplo da demanda do mercado para que questões regulatórias facilitem o crescimento do setor”, afirma Rimantas Sipas, diretor da Cipa Fiera Milano, organizadora e promotora do evento.

Além da área de exposições, com 70 empresas apresentando suas soluções e lançamentos, os principais debates, palestras e mesas redondas ocorreram no 8º Ecoenergy, e no 2º Biomass Day – Congresso Internacional da Biomassa.

Ecoenergy e Biomass Day

De acordo com a produtora de conteúdo da Cipa Fiera Milano, Tatiana Dalben Munhoz, a Ecoenergy se desenvolveu a partir de discussões sobre reflexos da revisão e aprimoramento do marco regulatório do setor elétrico do ponto de vista de especialistas que abordaram os possíveis reflexos no desenvolvimento da energia solar. Iniciativas para superar entraves econômicos, captação de recursos financeiros, inovação tecnológica e resultados de programas implementados foram alguns temas que nortearam os debates para integrar os agentes e incentivar planos de ação que movimentem os negócios. Uma das informações que mais chamou atenção dos participantes foi a de que o Brasil utiliza apenas 10% de sua capacidade de exploração de energia solar instalada, segundo Moacir Marchi Filho, presidente do Dasol – Departamento Nacional de Energia Solar Térmica da Abrava.

Já o Biomass Day abordou desafios e gargalos para o desenvolvimento de biomassas no Brasil, tanto para produção de energia elétrica, com foco na eficiência operacional e financeira, quanto para as tendências na geração de bioprodutos com alto valor agregado. “Os debates envolveram a inovação tecnológica, integração operacional, eficácia da cadeia tecnológica, implementação de biorrefinarias, financiamento e segurança para novos investimentos por meio do RenovaBio”, destacou. Logo na abertura do evento, foi discutido o potencial do anteprojeto de lei resultante da consulta pública número 33 de 2017 do Ministério de Minas e Energia, quando Marcelo Couto, diretor de M&A e Bioenergia da Raízen, afirmou que o Brasil pode até dobrar a geração de energia a partir de biomassa.

Feedback de palestrantes e expositores

Ruberval Baldini, diretor executivo da BR Solar e presidente da Abeama – Associação Brasileira de Energias Alternativas e Meio Ambiente, participou dos congressos tanto como palestrante quanto moderador e fez um balanço muito positivo da experiência. “Os palestrantes foram ótimos e conseguimos passar a mensagem principal da importância de participar da consulta pública para sistemas fotovoltaicos, que se encerrou no dia 24. Os participantes estavam engajados”.

De acordo com Baldini, nenhum segmento em termos de energia está crescendo mais no Brasil do que o solar, por isso a importância de mais regulamentação. O palestrante Carlos Café, diretor de Capacitação e Certificação da ABGD, classificou a EnerSolar + Brasil como um ambiente de networking propício para fechar os negócios. “A feira é um lugar promissor para encontrar clientes e os congressos são muito elogiados, o que deixa o mercado animado”, afirmou.

Já Claudia Ambrosio, diretora financeira da Blue Sun Solar, afirmou estar surpreendida pelo grande número de visitantes. “É a nossa primeira feira do setor e ficamos satisfeitos com os negócios e a diversidade do público. O interesse das pessoas pelos sistemas fotovoltaicos é enorme”. A empresa tem como foco kits completos de equipamentos para sistemas fotovoltaicos para consumidor final e também oferece cursos.

Gerson Max Krepski, gerente de negócios da Premium Solar, que quadruplicou o tamanho do estande neste ano e está investindo em um novo CD em Curitiba, projeta gerar 40% a mais em negócios em relação ao ano passado. “Os frequentadores desta edição estavam muito bem informados”. A marca vende de geradores fotovoltaicos de 0,5 kW até grandes projetos para usinas.

“Nossas expectativas foram atingidas, atendemos muitos diretores de vários estados. A cada mês nossas vendas aumentam, e nossa estrutura mudou totalmente em apenas um ano”, ressaltou Adriano Pereira dos Santos, da PHB Solar, que entre as novidades apresentadas no estande incluiu bicicletas spin que geram energia com o esforço da pedalada. “ Cerca de 5 mil pessoas foram conhecer nossos equipamentos”.

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